Praça Charles Aznavour: um marco de Erevan

Praça Charles Aznavour: um marco de Erevan

Uma pequena praça com uma história desproporcional

Numa cidade de monumentos e memoriais, a Praça Charles Aznavour é uma das mais íntimas. É uma pequena praça pedonal na Rua Abovyan, em frente ao edifício do Cinema Moskva da era soviética, a norte da Praça da República. A praça em si é de dimensão modesta — algumas centenas de metros quadrados de pavimento, alguns bancos, a fachada modernista soviética do cinema como pano de fundo. Mas a estátua em bronze no seu centro, inaugurada em 2014, marca a presença do arménio mais internacionalmente famoso que alguma vez viveu.

Charles Aznavour — nascido Shahnour Vaghinag Aznavourian em Paris em 1924, filho de pais imigrantes arménios, falecido em Alphen-sur-Rhône em 2018 aos 94 anos — foi um cantor, compositor, ator e humanitário cuja carreira abrangeu sete décadas e que gravou mais de 1.300 canções em oito línguas. Vendeu mais de 100 milhões de discos. Foi eleito “Artista do século” numa sondagem online de 1998. E para os arménios de todo o mundo, foi algo mais do que um artista: foi o rosto da identidade arménia no mundo francófono, e a pessoa que, na hora mais negra da Arménia, esteve presente.

As raízes arménias de Aznavour

A família Aznavourian era da comunidade arménia de Akhaltsikhe, na Geórgia — uma das significativas comunidades arménias da diáspora fora da Arménia histórica. O seu pai, Misha Aznavourian, era cantor; a sua mãe, Knar Baghdassarian, era atriz. Emigraram para Paris nos anos 1920, fazendo parte da grande vaga de refugiados arménios deslocados pelo Genocídio de 1915 e as suas consequências.

Aznavour cresceu no bairro arménio de Paris — a comunidade que se reconstruiu em França após o Genocídio, mantendo a sua língua, a sua Igreja e a sua identidade cultural. Foi educado bilingue em arménio e francês, e a consciência arménia que absorveu nessa comunidade nunca o abandonou.

O seu nome profissional, Aznavour, foi sugerido por Édith Piaf (sob cuja gestão trabalhou no início da carreira) como uma simplificação de Aznavourian. O carácter francês do nome não obscureceu a identidade arménia: Aznavour identificou-se consistente e publicamente como arménio, falou arménio e envolveu-se com causas políticas e culturais arménias ao longo de toda a sua vida.

O terramoto de 1988 e a resposta de Aznavour

A 7 de dezembro de 1988, um terramoto de magnitude 6,8 atingiu a Arménia soviética, matando mais de 25.000 pessoas e devastando as cidades de Gyumri (então Leninakan) e Spitak. Foi um dos terramotos mais mortíferos do século XX, e atingiu uma república soviética cujos recursos de resposta a catástrofes eram totalmente inadequados.

A resposta de Aznavour foi imediata e pessoal. Dias após o terramoto, já estava a organizar concertos de angariação de fundos em França. Fundou a organização Aznavour pour l’Arménie (Aznavour para a Arménia) e angariou dezenas de milhões de francos para o socorro e a reconstrução. Fez múltiplas visitas à zona de catástrofe, recusando tratar o seu envolvimento como simbólico — supervisionou a distribuição de ajuda, envolveu-se com planos de reconstrução e continuou a defender a recuperação da Arménia durante anos após a atenção mediática internacional se ter deslocado.

A organização que fundou tornou-se uma instituição permanente, continuando a apoiar causas arménias — reconstrução após o terramoto, programas de assistência social, iniciativas educativas — muito além da crise imediata. As estimativas dos fundos totais angariados através dos seus esforços variam entre 30 e 50 milhões de dólares americanos.

A gratidão que isto gerou na Arménia não é hiperbólica. Num país que, em 1988, ainda fazia parte de um sistema soviético em colapso sem mecanismos de ajuda internacional, o rápido e generoso empenho pessoal de Aznavour foi uma tábua de salvação. A praça e a estátua são expressões de uma dívida que os arménios genuinamente sentem.

Aznavour como defensor do reconhecimento do Genocídio

Para além do socorro após o terramoto, Aznavour foi um dos mais proeminentes defensores internacionais do reconhecimento oficial do Genocídio Arménio de 1915. Fez campanha publicamente pelo reconhecimento francês (alcançado em 2001), testemunhou perante órgãos internacionais e usou a sua celebridade para sensibilizar sobre o Genocídio em países onde era pouco conhecido.

O reconhecimento do Genocídio Arménio pela França em 2001 foi um momento histórico; as décadas de advocacia de Aznavour foram um fator significativo nesse desfecho político. Foi nomeado Embaixador Honorário da Arménia na Suíça em 1995, um dos vários reconhecimentos formais do seu serviço à Arménia pelo governo arménio.

A sua canção “Ils sont tombés” (“Eles caíram”), escrita como resposta ao Genocídio, é uma das respostas artísticas mais poderosas ao evento e continua a ser um ponto de referência central na memória cultural arménia.

A estátua e a praça

A estátua em bronze de Aznavour foi esculpida pelo escultor arménio David Yerevanian e inaugurada a 24 de maio de 2014 — uma data escolhida pela sua significado cultural (24 de abril é o Dia da Memória do Genocídio Arménio; as comemorações de maio seguem-se). A estátua representa Aznavour jovem, na sua postura de intérprete — cabeça ligeiramente inclinada para trás, braços ligeiramente abertos, a postura característica de um chansonnier em plena voz.

A escolha da localização — em frente ao Cinema Moskva, um dos edifícios modernistas da era soviética que caracterizam esta parte de Erevan — foi deliberada. O edifício do cinema, agora por vezes chamado Cinema Moskva e outras vezes por outros nomes após várias mudanças de propriedade, é uma estrutura de betão e vidro dos anos 1970; a justaposição da estátua de um chansonnier francês-arménio com este pano de fundo soviético é tipicamente Erevan — a colisão de diferentes épocas e registos culturais que a cidade habitualmente produz.

A praça em si foi baptizada com o nome de Aznavour em 2001, antes de a estátua ser erigida. Desde a instalação da estátua tornou-se um ponto de referência padrão nos passeios pela cidade de Erevan e um ponto de encontro para turistas que fotografam a estátua contra a fachada do cinema.

A relação de Aznavour com Erevan

Aznavour visitou a Arménia múltiplas vezes durante a sua vida. A sua primeira visita, em 1962, foi à Arménia soviética — um raro contacto cultural entre a diáspora e a república soviética durante a Guerra Fria. As visitas subsequentes foram mais frequentes após a independência em 1991, e o trabalho de socorro após o terramoto em 1988–1990 levou-o a Erevan e Gyumri repetidamente.

Descreveu a sua relação com a Arménia em entrevistas como de identificação emocional — não cresceu lá, não viveu lá, mas sentia-a como pátria da forma como os arménios da diáspora tipicamente fazem: através da língua, das histórias dos avós, da Igreja, da consciência da perda. “Todo o arménio carrega duas pátrias”, disse numa entrevista bem conhecida: “o país onde vive e a Arménia.”

A última visita de Aznavour a Erevan foi em 2018, poucos meses antes da sua morte em outubro desse ano. Realizou um concerto final, foi recebido pelo Presidente da Arménia e visitou o Memorial do Genocídio em Tsitsernakaberd. Morreu aos 94 anos, tendo recebido honras de funeral de Estado tanto da França como da Arménia.

O que fazer perto da praça

A praça situa-se na Rua Abovyan, uma das principais ruas culturais e comerciais de Erevan. A menos de 10 minutos a pé:

A Igreja Apostólica Arménia de Katoghike (uma das mais antigas igrejas de Erevan, parcialmente do século XIII) fica a 5 minutos a pé a leste na Rua Abovyan — uma notável sobrevivência na cidade reconstruída pelos soviéticos, que merece uma breve paragem.

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A tradição da diáspora que Aznavour representa

A Praça Aznavour é, num sentido mais amplo, um monumento à diáspora arménia — os 5 a 8 milhões de arménios que vivem fora da Arménia, principalmente em França, nos Estados Unidos, no Líbano, na Rússia e na Argentina. A ligação da diáspora à Arménia tem sido culturalmente central desde 1915: preservou a língua, a Igreja, a advocacia política e a vida cultural que de outra forma poderia ter sido extinta.

Aznavour é a expressão individual mais famosa do que a diáspora produziu: uma sensibilidade especificamente arménia expressa através de uma forma artística europeia (a chanson), numa língua (o francês) que não é o arménio, alcançando um público que não é primariamente arménio, mantendo uma identificação ininterrupta com a pátria. Essa síntese — francês pela língua e pela carreira, arménio pela identidade e pelo compromisso — é uma das coisas mais interessantes e especificamente modernas nele.

Para os visitantes do Matenadaran, ou do Memorial do Genocídio, ou de qualquer uma das outras instituições em Erevan que representam a profundidade e continuidade da civilização arménia, a Praça Charles Aznavour é o capítulo contemporâneo — a evidência de que a tradição continuou no século XX, através da diáspora, através do sofrimento e do sucesso, e produziu algo reconhecível como especificamente arménio.

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A renomeação da praça: 2001 e o contexto político

A praça na base da Rua Abovyan não tinha nome particular antes de 2001. A decisão de rebatizá-la em homenagem a Aznavour foi tomada pela prefeitura de Ierevan, sob o prefeito Robert Nazaryan, após uma longa campanha pública e da diáspora. A renomeação coincidiu com o reconhecimento formal do Genocídio Armênio pela França em janeiro de 2001 — um acontecimento para o qual as décadas de lobby de Aznavour contribuíram. O momento foi deliberado: Ierevan escolheu homenagear seu filho mais famoso da diáspora exatamente quando sua maior campanha política chegava ao fim.

O nome de 2001 antecedeu a estátua em treze anos. Durante mais de uma década, a Praça Charles Aznavour foi um nome sem monumento — uma praça que levava um grande nome, mas não tinha um ponto focal visual. Isso mudou em 24 de maio de 2014, quando a estátua em bronze de David Yerevanian foi inaugurada numa cerimônia com a presença do próprio Aznavour, então com 90 anos. A escolha da data — 24 de maio, e não 24 de abril, Dia da Memória do Genocídio Armênio — foi um leve abrandamento deliberado: um dia de celebração, e não de luto, apropriado para um homem cuja vida foi um argumento contra a extinção da cultura armênia.

Cinema Moskva: o cenário arquitetônico da praça

O edifício atrás da estátua é uma peça importante do patrimônio modernista soviético de Ierevan. O Cinema Moskva — rebatizado após a independência como Cinema Nairi, Cinema Rossiya e outros nomes, conforme o período de propriedade — foi construído no início dos anos 1970 como um dos principais cinemas de Ierevan. Em seu auge, comportava mais de 800 pessoas e exibia produções soviéticas e, ocasionalmente, filmes estrangeiros aprovados pela censura.

A arquitetura é característica do modernismo cívico soviético tardio: faixas horizontais na fachada, uma marquise sobre a entrada que sugere movimento e acolhimento, e uma integração com a rua que reflete a filosofia urbanística soviética da época. O edifício não é grandioso, mas é competente — uma expressão honesta do otimismo que os arquitetos soviéticos levavam aos espaços públicos de entretenimento antes que o conservadorismo da era Brejnev se instalasse por completo.

Após a independência, o cinema passou por várias fases de fechamento parcial, reforma e mudança de uso. Em 2026, funciona em capacidade reduzida, com algumas sessões de cinema e eventos culturais. Seu futuro é incerto, como o de muitos edifícios da era soviética em Ierevan — nem tombado para proteção, nem programado para demolição, suspenso na ambiguidade da gestão urbana pós-soviética.

A justaposição — a estátua de Aznavour diante de um cinema soviético desbotado — é uma das imagens mais reveladoras que Ierevan oferece: a diáspora que manteve viva a cultura armênia, homenageada diante do Estado que tentou contê-la.

Os restaurantes ao redor e a Rua Abovyan

A Rua Abovyan, que vai da Praça da República para o norte, passando pela praça em direção à Cascata, é uma das ruas mais agradáveis de Ierevan para um passeio noturno. O trecho ao redor da Praça Aznavour tem algumas opções para comer que vale conhecer:

Tavern Yerevan (na vizinha Rua Pushkin, a 5 minutos a pé) é um dos restaurantes mais consistentes da cidade para comida armênia tradicional — dolma, khorovats (churrasco), tolma e os densos ensopados de cordeiro que são a base da cozinha caseira armênia. O ambiente é de Ierevan antiga, de um jeito teatral que consegue não parecer falso, e a qualidade é confiavelmente alta há anos. Reserva recomendada nos fins de semana.

O restaurante Sayat-Nova (na Avenida Sayat-Nova, a 8 minutos a pé a sudoeste) leva o nome do grande poeta e músico armênio do século XVIII. O cardápio cobre pratos armênios tradicionais e alguns preparos de inspiração georgiana, refletindo a sobreposição cultural do Cáucaso. Os preços são moderados; o clima é mais tranquilo e menos voltado ao turista do que o dos restaurantes da Praça da República.

Na própria Rua Abovyan, vários cafés e pequenos restaurantes abriram na última década, refletindo a gentrificação gradual do bairro. Para um café antes de visitar a praça, o grupo de cafés independentes entre as ruas Abovyan e Tumanyan oferece opções melhores do que a faixa turística da Praça da República.

Shows de fontes à noite e a luz noturna

A Praça Charles Aznavour ganha vida à noite. O monumento é iluminado com luz direcional quente, que dá à estátua de bronze uma presença que ela não tem sob a luz chapada da tarde. Nas noites de verão, a pequena praça se enche de moradores de Ierevan — famílias, casais, turistas — e a rua ao redor tem movimento constante até tarde.

A Praça da República, a cinco minutos a pé ao sul, tem seus shows de fontes musicais nos meses de verão (normalmente de maio a setembro, à noite, a partir das 21h). As fontes são sincronizadas com a música — uma mistura de clássicos armênios, standards internacionais e, ocasionalmente, o próprio Aznavour. Combinar uma caminhada noturna da Praça Aznavour até a Praça da República para o show das fontes é uma das noites mais simples e satisfatórias que Ierevan oferece, e não custa nada.

A melhor luz para fotografar a estátua de Aznavour é a hora dourada antes do pôr do sol (por volta das 18h às 19h30 no verão), quando a luz quente atinge o bronze e a fachada do cinema ao fundo. A estátua está voltada aproximadamente para o leste, então a luz da tarde, vinda do oeste, a atinge de lado. Ao anoitecer, a iluminação artificial assume; o efeito é diferente, mas igualmente fotogênico.

Fotografia e raio de caminhada

Para fotografar, a área da Praça Aznavour oferece vários ângulos. A foto mais comum é a da estátua vista do sul, com a fachada do Cinema Moskva ao fundo. Uma imagem mais aberta, do outro lado da Rua Abovyan, mostra a estátua no contexto urbano. Para o interesse arquitetônico, ficar na esquina das ruas Abovyan e Tumanyan olhando para o norte enquadra a paisagem urbana modernista soviética com a estátua como âncora no plano médio.

O raio de caminhada a partir da praça é excepcional. Em até 12 minutos a pé, você chega à Praça da República (5 min ao sul), ao mercado Vernissage (fins de semana, 5 min a sudeste), ao Museu Parajanov (10 min a leste), à Casa de Ópera (8 min ao norte pela Avenida Mashtots), ao Complexo da Cascata (12 min a noroeste) e à igreja Katoghike (5 min a leste pela Abovyan). Isso faz da praça um ponto de ancoragem ideal para um circuito de meio dia a pé pelo centro de Ierevan.

O impacto de Aznavour na consciência da diáspora no mundo

O que distinguia Aznavour de outras figuras da diáspora armênia do século XX não era apenas a escala de sua fama, mas a maneira como a usou. Ele não era primariamente uma figura política — sua identidade pública era a de artista — e isso lhe dava acesso a públicos e chefes de Estado que defensores explicitamente políticos não conseguiam alcançar.

Quando depôs perante o Senado francês sobre o reconhecimento do Genocídio, foi recebido não como lobista, mas como um tesouro nacional fazendo um pedido pessoal. Quando fez shows beneficentes para as vítimas do terremoto, os fundos arrecadados refletiam o afeto de públicos que talvez fossem indiferentes a um apelo humanitário abstrato. Ele transformou fama pessoal em moeda política com uma constância que nenhuma figura da diáspora armênia igualou antes ou depois.

Seu legado é visível em Ierevan não só na praça e na estátua, mas na confiança cultural mais ampla da cidade. A Armênia que Aznavour ajudou a reconstruir depois de 1988, e que ele representou continuamente perante o mundo, é a Armênia que os turistas visitam hoje. A praça é um monumento à contribuição material e simbólica da diáspora para essa reconstrução.

Perguntas frequentes sobre a Praça Charles Aznavour

Onde fica exatamente a Praça Charles Aznavour?

Na Rua Abovyan, aproximadamente 200 metros a norte da Praça da República, em frente ao edifício do Cinema Moskva. A estátua em bronze é visível a partir da rua.

Quando foi inaugurada a estátua?

A estátua foi inaugurada a 24 de maio de 2014. A praça em si recebeu o nome de Aznavour em 2001.

Aznavour visitou a praça em pessoa?

Sim. Aznavour esteve presente na cerimónia de inauguração da estátua em 2014 e visitou a praça em viagens posteriores a Erevan.

Existe uma ligação entre Aznavour e o Memorial do Genocídio?

Sim, profunda. Aznavour foi um dos mais proeminentes defensores internacionais do reconhecimento do Genocídio Arménio. Visitou o Memorial do Genocídio em Tsitsernakaberd múltiplas vezes, e a sua canção “Ils sont tombés” está entre as respostas artísticas mais significativas ao evento. O memorial e a praça representam aspetos complementares da memória histórica arménia.

Há outras ruas ou sítios em Erevan com o nome de arménios da diáspora?

Sim. Várias ruas e instituições em Erevan homenageiam arménios da diáspora que contribuíram significativamente para o país — Kirk Kerkorian (empresário e filantropo, financiou grandes infraestruturas), Alex Manoogian (industrial, financiou instituições culturais), e outros. A tradição de dar o nome de doadores e defensores da diáspora a sítios reflete a relação específica entre o Estado arménio e a sua diáspora.

Aznavour foi o único cantor arménio de fama internacional?

Foi o mais internacionalmente famoso, mas não o único. A diáspora musical arménia produziu figuras significativas em múltiplos géneros: Komitas Vardapet (início do século XX, música clássica e preservação folclórica), Alan Hovhaness (compositor), System of a Down (banda de rock, quatro membros de ascendência arménia) e vários cantores franceses-arménios na tradição da chanson que seguiram o caminho de Aznavour.

OndeRua Abovyan, ~200 m ao norte da Praça da República
CustoGratuito, sempre acessível
Tempo necessário10–15 minutos para a estátua e a praça; mais tempo com o raio de caminhada abaixo
Como chegar5 minutos a pé da Praça da República ou da estação de metrô Hanrapetakan Hraparak
Melhor horárioHora dourada (18h–19h30 no verão) ou à noite para ver a estátua iluminada
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Montando uma caminhada de meio dia ao redor da praça

A Praça Charles Aznavour funciona melhor não como parada isolada, mas como ponto de ancoragem para uma caminhada mais longa pelo centro de Erevan, já que fica ao alcance fácil de outros marcos importantes da cidade.

Comece pela própria praça para fotos com a luz da manhã, quando o local está tranquilo. Caminhe 5 minutos ao sul até a Praça da República para ver a arquitetura de tufo rosa e, se for fim de semana, a feira de pulgas Vernissage bem ao lado. Dali, siga novamente para o norte, passando pela praça, em direção ao Teatro de Ópera e Balé de Erevan, na Avenida Mashtots, cerca de 8 minutos a pé, e continue até o Complexo da Cascata para a tarde.

Esse circuito — Praça Aznavour, Praça da República, a Casa de Ópera, a Cascata — cobre cerca de 2 km e 90 minutos de caminhada sem paradas, tornando realista completá-lo num único circuito de meio dia, mesmo com tempo reservado em cada ponto. Se a sua noite incluir o show das fontes da Praça da República (só no verão, a partir das 21h aproximadamente), terminar o circuito de volta na Praça da República amarra bem o dia.

Para visitantes mais interessados em vida noturna do que em turismo diurno, o mesmo ponto de ancoragem funciona ao contrário: comece a noite perto da Praça Aznavour com um jantar na rua Abovyan, caminhe até a Praça da República para as fontes, e termine com um drinque ou jazz ao vivo — veja o guia de vida noturna de Erevan para o roteiro completo de bares, casas de vinho e o Malkhas Jazz Club, tudo dentro do mesmo raio compacto do centro de Erevan.

Quanto tempo devo passar na Praça Charles Aznavour?

Dez a quinze minutos cobrem a estátua, o cenário do Cinema Moskva e uma volta tranquila pela praça. A maioria dos visitantes a inclui numa caminhada mais longa entre a Praça da República e o Complexo da Cascata, em vez de fazer dela um passeio dedicado, já que os três ficam a cerca de 15 minutos um do outro a pé.